Vacinar ou não vacinar? Eis a questão!

 In Momento de Reflexão

Esta história toda começou há cerca de 200 anos, quando a Rainha Vitória declarou a Guerra do Ópio.  A China era imbatível na produção de seda, de porcelanas e de toda uma imensa variedade de chás, para todos os fins.  Entretanto, os chineses não tinham o menor interesse em qualquer produto que viesse da Inglaterra.  E teve início uma negociação para a compra dos produtos que vinham do Oriente, tão preciosos para a corte inglesa.

Nesta época, a rainha Vitória foi informada que os chineses usavam o ópio como substância medicinal.  E nós sabemos que a diferença entre o remédio que cura e o veneno que mata está apenas na dosagem.

Como as negociações foram um grande fracasso, a Inglaterra aliou-se à França.  Duas guerras ocorreram: uma entre 1839 e 1842 e a outra, entre 1856 e 1860. O resultado foi que a China acabou sendo destruída pelo ópio que chegava de forma clandestina, trazido por navegadores ingleses.  Em agosto de 1842, esta guerra chega ao fim, através da assinatura do Tratado de Nanjing (ou Nanquim), que garantiu a abertura de cinco portos chineses para que os navios ingleses ali ancorassem, uma grande indenização e a ilha de Hong Kong, que permaneceria sob domínio inglês por cem anos. É desnecessário dizer o quanto isso causou prejuízos ao país, que vivia de suas exportações.

Entretanto, os britânicos não estavam ainda satisfeitos.  E tiveram uma grande chance de desencadear a Segunda Guerra do Ópio quando, talvez por ingenuidade ou desespero, os chineses abordaram o navio Arrow e o revistaram, o que foi considerado grave ofensa e um excelente pretexto para novo conflito;  só que, desta vez, a França se uniu à Inglaterra.  A China sofreu seu pior revés e, em 1858, aconteceu a assinatura de novo tratado (Tianjin), que garantia, agora, a abertura de onze outros portos.  E o golpe de mestre foi a permissão para que os missionários cristãos ali pudessem trabalhar. Assim, além do comércio destruído, a cultura local ficava seriamente ameaçada.

O ópio passou a ser considerada não mais um remédio, mas uma droga ilícita, que foi legalizada em 1860.  O ópio vem da papoula.  Tem efeito analgésico e medicinal. A Companhia Britânica das Índias Orientais, no século XIX, vislumbrou uma grande possibilidade de lucros imensos se o chá e o ópio fossem negociados.  Como este foi um período onde houve uma quantidade significativa de guerras, o ópio passou a ser fundamental para o  Ocidente, para poder mitigar a dor dos feridos.  E à Inglaterra, o chá era o que mais interessava,  hábito este mantido até os dias de hoje.

Porém, no ano de 1839, a China percebeu o que vinha sendo feito e proibiu o comércio do ópio.  Apreendeu milhares de caixas já prontas para embarque e declarou ilegal a presença dos comerciantes ingleses em seu território. O resultado foi a tomada de várias outras regiões fundamentais para o comércio na China, assim como a tomada de Pequim e do Palácio de Verão do imperador.  Estes últimos ataques tiveram o apoio bélico francês.

Ora, não podemos negar que a China se manteve independente de todas as negociações e negociatas ocidentais.  Construiu um imenso império às próprias custas.  Teve contato com o Ocidente através de Marco Polo, que a explorou de forma “suave” e contínua.

É sabido que juraram vingança contra o Ocidente, pela destruição que a Rainha Vitória fez àquele povo. Prepararam-se durante 200 anos. Que são esses 200 anos se a Muralha da China levou mais de 2000 para ser construída?

Começaram lentamente, com as lojinhas de R$1,99 e todos caíram dentro.  Se o produto estragasse ou se quebrasse, não importava, porque era tão baratinho!  E fizeram isso em todos os lugares e foram se capitalizando, mantendo-se sempre isolados.

Em pouco tempo, todos os produtos comprados passaram a ter etiquetas Made in China, com uma qualidade impressionante na cópia dos produtos originais. Agora, para não chamar tanto a atenção,  os produtos vêm de lá,  mas dizendo que são feitos em Singapura, Taiwan e outros.  E eles continuam isolados.

Lançaram um vírus, que muitos cientistas afirmam ter sido fabricado em laboratório; em sequência, as mutações, advindas de outras cepas nos mantêm enclausurados.  E a vacina será obrigatória, amigo leitor!  Foi pesquisada em tempo recorde, análises feitas numa rapidez jamais vista e surgem diversas, oriundas de vários países.  São formadas de componentes as mais diversas, que vão desde isolar o vírus até combinar elementos (perdoem-me, nada entendo de Imunologia;  só estou repetindo o que li ou ouvi).

Esta obrigatoriedade será válida para todos os países?  As medidas de restrição também o serão?  Não há algo bem errado nesta miscelânea? Pais não vacinam filhos contra doenças que os podem incapacitar.  Os de mais de sessenta anos não tomam a vacina contra o H1N1 se não o desejarem. E esta é obrigatória? E o respeito à liberdade individual fica aonde?  Por que este cerceamento?

Acredito que cada um deva escolher se quer ser vacinado ou não.  E, como nos demais casos, arcar com as consequências.  Obrigar?  Cercear?  Isto,  JAMAIS!!!!!!!

 

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